(Source: palavras-ironicas, via objetivar)

Já não estou convicta de mais nada. Não sei se os espaços entre seus dedos ainda se encaixam perfeitamente nos meus, não sei se confundi sonho e desejo com a realidade. Não sei mais se devo lhe chamar de ”meu menino” em pensamentos enquanto em voz alta lhe chamo pelo nome. Se é certo sentir o afago da sua voz confortante e de seus olhares marcantes, já não sei mais. Onde estás, meu menino, onde estás? Mostre-me seu sorriso que a qualquer um acalenta, sacie-me da demasia vontade de seus abraços sentir. Céus! Já estou exausta de fantasias construir e demolir.
(Ch)
(Source: meu-mundo-de-tinta, via romantizei)
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(via viciante-como-drogas)